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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Inpressionante profecia do General Mourão Filho

O General morreu em 1972
Até parece que ele realmente era um profeta. Basta ler o que ele escreveu nos agitados anos 70:
"Ponha-se na presidência qualquer medocre, louco ou semi- analfabeto, e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio,um louco ou um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação transforma-se num monstro".

domingo, 12 de setembro de 2010

Fora Apedeuta!: Mais um escandâlo de corrupção petralha

Fora Apedeuta!: Mais um escandâlo de corrupção petralha: "http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/filho-de-erenice-guerra-comanda-esquema-de-lobby-no-planalto “Fui informado de que, para conseguir o..."

sábado, 11 de setembro de 2010

SINTO VERGONHA DE MIM

RUI BARBOSA,
MAIS ATUAL DO QUE NUNCA!

Sinto vergonha de mim…por ter sido educador de parte desse povo,por ter batalhado sempre pela justiça,por compactuar com a honestidade,por primar pela verdadee por ver este povo já chamado varonilenveredar pelo caminho da desonra.
Sinto vergonha de mimpor ter feito parte de uma eraque lutou pela democracia,pela liberdade de sere ter que entregar aos meus filhos,simples e abominavelmente,a derrota das virtudes pelos vícios,a ausência da sensatezno julgamento da verdade,a negligência com a família,célula-mater da sociedade,a demasiada preocupaçãocom o “eu” feliz a qualquer custo,buscando a tal “felicidade”em caminhos eivados de desrespeitopara com o seu próximo.
Tenho vergonha de mimpela passividade em ouvir,sem despejar meu verbo,a tantas desculpas ditadaspelo orgulho e vaidade,a tanta falta de humildadepara reconhecer um erro cometido,a tantos “floreios” para justificaratos criminosos,a tanta relutânciaem esquecer a antiga posiçãode sempre “contestar”,voltar atráse mudar o futuro.
Tenho vergonha de mimpois faço parte de um povo que não reconheço,enveredando por caminhosque não quero percorrer…
Tenho vergonha da minha impotência,da minha falta de garra,das minhas desilusõese do meu cansaço.Não tenho para onde irpois amo este meu chão,vibro ao ouvir meu Hinoe jamais usei a minha Bandeirapara enxugar o meu suorou enrolar meu corpona pecaminosa manifestação de nacionalidade.
Ao lado da vergonha de mim,tenho tanta pena de ti,povo brasileiro!
"De tanto ver triunfar as nulidades,de tanto ver prosperar a desonra,de tanto ver crescer a injustiça,de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,o homem chega a desanimar da virtude,a rir-se da honra,a ter vergonha de ser honesto".

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Você sabe quem financia o seu candidato?

Gil Castello Branco
Economista e fundador da organização não governamental Contas Abertas
O Globo
É provável que os brasileiros tenham interesse em saber, com clareza, quem financia as campanhas eleitorais. Afinal, a política envolve interesses – às vezes escusos – e dinheiro, muito dinheiro. Tanto que, à época das campanhas, parte da dinheirama é frequentemente encontrada em calças, meias e cuecas.
Segundo o professor da Universidade Estadual de Campinas Bruno Speck, o último ciclo eleitoral, abrangendo candidatos a presidente da República, governadores, prefeitos e parlamentares, custou oficialmente R$ 8,4 bilhões. Nesse valor estão incluídos as doações, os repasses ao fundo partidário e o horário eleitoral gratuito.
Tal montante correspondeu a 0,32% do PIB e a apenas R$ 11 por ano para cada brasileiro. Se este é o preço da democracia, vale a pena ser pago.
O problema é que a diferença entre o valor oficialmente declarado e o gasto real com as eleições é enorme.
Há quem estime que a despesa efetiva seja de dez a quinze vezes superior à registrada no Tribunal Superior Eleitoral. Nessa hipótese, somados os caixas 1 e 2, o custo de uma rodada eleitoral no Brasil beira a casa dos R$ 100 bilhões! Como no caixa 2, por óbvio, não há recibos e notas fiscais, a maior parcela das doações não passa pelas transferências bancárias, circulando por debaixo dos panos, quase que de mão em mão. Não é por acaso que representantes de 12 partidos, entre parlamentares, ex-parlamentares e assessores, respondem a processos, inclusive no Supremo Tribunal Federal, em decorrência dos mensalões do PT, do PSDB e do DEM. Ainda que usual , o caixa 2 é crime.
Por outro lado, o caixa 1, legalmente registrado nos tribunais eleitorais, também é opaco. Atualmente, a preferência nacional entre os que bancam os pleitos é pela “doação oculta” – destinada ao partido, e não ao comitê eleitoral do candidato- o que torna difícil a vinculação do financiador ao financiado. Tal fórmula, franciscana às avessas, agrada a quem dá e a quem recebe, prejudicando apenas o eleitor consciente que gostaria de conhecer as relações entre os políticos e os generosos patrocinadores.
Na verdade, não é suficiente saber os totais que cada candidato arrecadou e gastou, como hoje é divulgado nas prestações de contas parciais.
Mais importante seria conhecer quais foram os doadores e que valores ofereceram a cada apadrinhado, na base do diga-me quem te apoia e te direi quem és. Até porque, na prática, um segmento do empresariado não doa, e sim investe, visando, claramente, ao retorno do capital aplicado.
Ou será que alguém acredita que é somente por espírito democrático que certas empresas doam, de forma simultânea, a adversários que disputam o mesmo cargo? Ou que, por mera coincidência, doações vultosas irriguem as campanhas de Dilma, Alckmin e Cabral – líderes das pesquisas e governistas -, enquanto as campanhas de Serra, Mercadante e Gabeira recebem somas significativamente menores? É claro que essa situação não pode continuar. O financiamento eleitoral, tal como há muito acontece, é, sem dúvida, uma das causas da corrupção no Brasil. A estrutura dos principais escândalos é semelhante, envolvendo, quase sempre, políticos e os grandes doadores, concentrados nos ramos da indústria pesada, construção civil e sistema financeiro. O remédio para se coibir essas relações promíscuas é a transparência total, iniciativa que deveria partir dos próprios candidatos. Como acreditar que esses futuros políticos serão transparentes na gestão pública se já começam omitindo quem financiou suas campanhas? Essa informação, que deveria estar na web, pode ser decisiva na escolha de cada um.
Você, por exemplo, votaria em alguém financiado pela indústria do fumo? É provável que muitos o façam sem qualquer constrangimento, o que talvez não aconteça com os que lutam contra a proliferação do câncer. Simples assim, democrático.
Basta a informação ser acessível a qualquer cidadão.
O Tribunal Superior Eleitoral, para tornar os pleitos verdadeiramente justos e equilibrados, terá que contrariar interesses dos doadores, candidatos e partidos. A contabilidade eleitoral precisa ser publicada detalhadamente na internet já nos três meses que antecedem as eleições. Os doadores e os respectivos valores repassados a cada beneficiado não podem ser sigilosos. Afinal, secreto mesmo é só o voto.

domingo, 29 de agosto de 2010

Pirataria nas Eleições


Como pode um país como o Brasil, com o seu imenso território, com suas abundantes riquezas naturais e tão valorosas pessoas, estar mergulhado na pirataria (falsidade). Como foi mostrado no Fantástico do dia 15/08, falsifica-se ou compram-se tudo falsificado neste país, desde escova de dente até, pasmem, candidato a Presidência da República.

Veja se é ou não é pirata (falsa) a candidata a Presidência da República. Fisicamente não é verdadeira. Muitas plásticas e muitos recursos cosméticos a tornaram totalmente diferente do que era antes de se candidatar. Mas até aí, poderíamos dizer que há uma certa tolerância para tão radical transformação. Mas seu sorriso é falso, pois não se encontrava sorrindo em nenhuma foto dela antes de ter sido lançada a sua candidatura. O diploma de mestre, que a Dilma exibia até descobrirem a farsa, era falso.

E as falsidades não param por aí. Sua história política também é falsa. Usou vários nomes falsos quando guerrilheira. Segundo a imprensa, participou de produção de dossiês falsos. Pedro Simon em pronunciamento da tribuna do Senado no dia 17 de agosto deste ano, disse que a candidata à Presidência lutou pela democracia no Brasil durante o Regime Militar. Isso também é falso, pois os querrilheiros daquela época lutaram para implantar no Brasil um regime Maxista e não democrático. Quanta mentira! E você, ainda acredita no que ela fala?

Aí, vêm as autoridades e dizem o seguinte: não comprem produtos falsos, pois o País está sendo prejudicado. Então pergunto eu: o Brasil não será mais prejudicado se “comprarmos” (elegermos) um produto falso (uma pessoa dissimulada) que notadamente está sendo apresentanda na TV “maquiada” até a alma?

O Brasil e o nosso povo não merecem ser vilipendiado dessa maneira. Não podemos nos deixar enganar mais uma vez, porque aí sim, o Brasil pode vir a perder e muito, e principalmente o que lhe é mais sagrado, a liberdade democrática.

Por isso pense bastante antes de votar, apesar de não termos muita escolha. Dê uma basta à pirataria.

Deus salve o Brasil!!

Por: Zózimo R. Lisbôa
Diretor da AASPA